De Volta a Rotina de Trabalho, Mas Ainda Estou Amamentando e Agora?

em 10 março 2022



Não podemos de maneira alguma virar as costas quando o assunto é amamentação, principalmente quando se trata de uma situação onde qualquer futura mamãe está vulnerável a não poder praticar esse gesto de amor. Mas fique tranquila, esse post não é para te gerar nenhum medo, mas sim te trazer conhecimentos e te assegurar ainda mais sobre o assunto, vamos lá?

 

Para começar o nosso bate-papo, queremos ressaltar que uns dos grandes fatores que influenciaram a não amamentação exclusiva é a necessidade da mãe de trabalhar fora e, por conta disso, interromper o aleitamento materno exclusivo e substituição do leite materno por outro alimento. Geralmente, em casos assim, a mesma perguntar passa pela mente delas: o que fazer quando a mãe não consegue amamentar de modo natural?

 

Quando a mãe realmente precisa sair para trabalhar, a ansiedade vem e traz bastante preocupação a devido ao tempo que ela estará longe do seu bebê. Mas a notícia boa é que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida do bebê, mas no meio disso tudo surge outra dúvida: como seguir essa recomendação quando, na maior parte das empresas brasileiras, a licença-maternidade é de apenas quatro meses?

 

De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a lactente tem direito a dois intervalos de meia hora cada para amamentar, até que o bebê complete 6 meses, ou, se for possível, sair uma hora mais cedo do trabalho para amamentar. Mas sabemos que na prática, a realidade é bem diferente da teoria. Muitas empresas não respeitam os direitos das mamães trabalhadoras que amamentam, e, em muitos casos, sequer seguem a lei ou oferecem qualquer tipo de apoio.

Muitas mamães tendem a sentir a angústia da separação e da preocupação com a amamentação exclusiva o tempo todo quando se está distante do seu baby. Por este motivo, ter uma rede de apoio nesse momento de volta ao trabalho é muito importante, principalmente o apoio de familiares e companheiro, para dividir as tarefas domésticas e até mesmo para alimentar o bebê nos momentos em que a mãe não estiver presente.

 

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